| The Grrl. |
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| The Criature. |
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No dia 20/05/08 nascia o Perfect Poison. Eu sempre gostei muito de escrever, então a intenção do blog é juntar o útil ao agradável. Ter um lugar para escrever o que eu penso, aquilo que não da pra sair por ai falando, ou é complicado demais para isso.Versão 5.0, Bittersweet Love. Inspirado em quadrinhos e nas músicas de Boys Like Girls, The Maine, All Time Low, Paramore, Forever The Sickest Kids e Cobra Starship. ~ Melhor visualização: Mozilla Firefox - Resolução 1024x768
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Obrigada por sua visita :) volte sempre, e se for possível deixe um comentário. crítica construtiva, destrutiva, piada de português, receita de bolo. leio e tento responder TUDO. :D~ Se quiser ser linkado ou eu esqueci de te colocar nos agradecimentos me avise por comentário. xxx.
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Dói. Não saber se pode se entregar, se pode dar a cara a tapa. Guardar para si dói Corroí de dentro pra fora, tudo junto da incerteza. Saber que corre o risco de perder se não se jogar por completo.
Mas você já sentiu a dor de se entregar em vão. Uma, duas, incontáveis vezes. Inclusive, sempre que você se entrega parece que as coisas vão contra ti. Quase como obrigação, déjà vu. Ver a história se repetir, e se repetir de novo sem poder fazer nada para que as coisas sejam diferentes.
E aquele instinto que tu sempre sente, que sempre acerta.
E aquela esperança que de que se dessa vez você se entregar sem hesitação as coisas podem ser diferentes.
Ou é só o seu jeito dramático prestes a estragar mais um relacionamento.
Que seja.

Ela cria detalhes de romances irreais para se distrair, quase como um hobby. Saber que eles nunca irão existir torna-os mais emocionantes.
Vive em um mundo interno, solitário. Nos momentos de crise se tortura, causa um turbilhão interno, tudo para não incomodar aos que a cercam.
Nostalgia é seu sobrenome. Vive o passado de tal forma que se esquece de qualquer outro tempo. Seja ele bom ou ruim, ela sempre leva consigo uma carga positiva de tudo o que passou.
É observadora nata.
Gosta de grandes cidades. De luzes, de caos. Até mesmo o ar poluído e o trânsito lhe trazem um certo prazer. Gosta do antigo, do sujo, do errado.
Não se incomoda com sua própria banalidade. Ela sabe que algo extraordinário esta a sua espera.
Sou assim. Sou amor, sou ódio. Contraste, contradição, oposição de mim mesma. Tempo passa, tudo muda, eu mudo.
E assim vai. E assim vou.
Hoje eu te amo. Putz, com todas minhas forças. Me entrego, me desespero.
Ai já não quero mais. Não suporto ouvir a voz, sentir o cheiro me enoja.
Então não da certo. Ai eu volto a querer. Choro. Choro muito. Ouço música triste, vejo filme me amor.
E um dia eu acordo bem. Olho pela janela do quarto e naquele turbilhão matinal de pensamentos nenhum tem os momentos bons, os ruins, o amor, o ódio.
E acaba assim. Viajo, dou risada. Me olho no espelho e vejo amor ali. Amor próprio.
A história vai repetindo, uma lição ou outra aprendida, uma amizade ou outra mantida. Um milhão de histórias, risadas e aquelas cicatrizes bobas que no final das contas fazem parte do que nós somos
Folks, desculpem meu sumiço :s Meu computador quebrou, agora que ganhei um notebook vou voltar a postar com frequência Esse post é mais pra atualizar a situação, eu ainda tenho bastante coisa pra escrever. Wait folks, wait.

Depois de quebrar tanto a cara você começa a duvidar das pessoas. Não é qualquer um que consegue sua confiança.
Até que alguém muda tudo. Em pouco tempo te conquista, tem um jeito diferente.
Te respeita. Vocês tem conversas incríveis, desde coisas banais como se o outro dormiu a tarde até sobre mercado de trabalho.
Ele faz você dar risada, da os abraços mais gostosos e você simplesmente ama o cheiro do pescoço dele, haha. E ama a jeito como esse cheiro fica em você depois que vocês passam um tempo juntos.
Vocês são diferentes de forma superficial. Ouvem músicas diferentes, tem amigos diferentes, ele se cuida e você é a maior sedentária. Mas a segunda vista são iguais. Pensam de forma igual sobre política, religião e complexidades que só vocês entendem.
Você se sente livre pra falar besteira, se permite a ser meio tonta as vezes porque sabe que ele te aceita assim, do seu jeito.
E quem diria que um dia você achou ele o maior idiota?
E assim, do nada surgiu.
De repente o outro nem importa mais.
De repente você é só suspiros.
De repente, quem sabe...

World comes down.
Como toda vez as feridas estão ali. Mas é legal quando alguém te ajuda a cuidar delas sabe?
Você tem certeza que tudo aquilo nunca vai ser substituído, até porque todo mundo é único e nesse caso mais único ainda.
Mas ter mais alguém por quem se preocupar no mínimo serve como distração.
Não é o que eu chamo de amor.
Mas vai saber. Essas coisas acontecem, acho.
Coração é divido entre lado direito e esquerdo. O lado direito bombeia sangue com pouco oxigênio, impuro, usado, em direção aos pulmões. Já o lado esquerdo bombeia sangue puro, novo, oxigenado, para o resto do corpo.
O bom funcionamento de ambos é necessário para a sobrevivência do individuo.
Eu só arrumo pra minha cabeça, fala sério.

Acho que, quando as coisas chegam a esse ponto a gente fica imune sabe? Ao invés de, o buraco aumentar você cria uma série de anticorpos que fazem, cada vez que você se machuca a dor seja menor. A cicatrização seja mais rápida.
O que dói é saber que podia ser diferente. Saber que todo mundo vê. Menos quem precisa vê. Brincadeira de ser do contra. Brincadeira com os seus sentimentos.
Brincadeira de esconde-esconde. De esconder os fatos. De se esconder pra não dar a cara à tapa.
Mas isso não é brincadeira. É coisa de gente grande. E se tu não te maturidade de gente grande pra jogar, então nem começa.
Não faz de conta que gosta, não ilude, sabendo que depois parte um coração mais uma vez.
E, coração partido é sinal de anticorpos novos. Até que um dia a gente se torna totalmente imune. Até que não dói mais. Até que, não se sente mais.
Ai tu vê que cresceu. Que a brincadeira era de verdade.
Mas agora não da mais.
Esse peão já cansou do seu jogo. Trocou por um com regras mais justas.
Eu sinto que é minha deixa. Tu me deu a abertura. Desse vez juro que saio da sua vida.
Ou melhor, te tiro da minha.

As palmas das mãos suam. A cabeça gira. Cada movimento, cada respiração que você capita. Detalhes já foram decorados há semanas, meses. Manias, gestos simples quase inexpressivos.
Veneno. Você sente ele se apoderando cada vez mais. Te dominando cada vez mais. E sem reparar já se tornou refém.
O perde-se o controle do olhar. Perde-se o controle com um olhar. Se ganha uma razão pra viver, pura e simplesmente.
Não há razão. Começa do nada. Uma hora ele só esta ali. Outra, você precisa dele ali. Se torna uma necessidade. Razão pra levantar todos os dias sorrindo. Com vontade de fazer coisas banais, rotineiras. Viver-se em um constância, em um firmamento confortável.
Até que aquele olhar perdido se encontra com o outro.
E ai vem as borboletas no estomago.
E o fim? Bom. Semana que vem eu volto e conto pra vocês.
Referência:
“Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.”
(Crônicas do Amor. Não sei se é do Arnaldo Jabor ou da Martha Medeiros. Don’t matter)

Nessa história de mudanças eu me peguei pensando como eu mudei nos últimos anos. Sei lá, eu sempre achei que eu seria do tipo que não ia mudar muito. Eu pensei que não tinha mudado muito. Mas quando a gente para pra pensar, cara. É estranho.
Eu acho que seria engrassadão bater um papo com uma versão minha de 3, 4 anos atrás. HAHA. Eu não ia acreditar nas coisas que eu fiz, que eu ando fazendo. Com as pessoas com quem eu tenho andado, por quem eu tenho me interessado. Meus gostos, minhas músicas, minhas roupas, minhas viagens, minhas gírias, meus sonhos, meus rolos.
Eu achei que desde quando eu meio que, me tornei adolescente eu fui basicamente a mesma. Mas não é assim.
A idéia que eu tinha de mim mesma com 15/16 anos era totalmente diferente do que eu sou hoje. Todas as coisas que eu achava passageiras continuam comigo. E o que eu achava que era pra sempre se mandou da minha vida há muito tempo.
E quem diria que depois de tanto tempo eu ouviria mais Panic!At the Disco que Simple Plan? Que hoje eu acho NXZero um lixo e ouço bandas que nem existiam naquela época? Que eu troquei os filmes da Lindsay Lohan por Laranja Mecânica? Que o All Star ia ser substituído por um Vans? Que o cara que me chamava de emo hoje pode até ser interessante? E aquele sem graça que eu jurava pra minha melhor amiga que eu não tinha nada com ele? Acabou virando meu maior tormento e mesmo assim meu motivo pra acordar todos os dias feliz em estudar física. Que o cara dos meus sonhos me trocaria por meninas mais bonitas e aquela grande amiga ia seguir um rumo tão diferente? Que tanta gente TÃO querida da família ia embora assim, do nada, pra sempre? Que ia quebrar tanto a cara. Tanto. Que ia se decepcionar, que ia confiar em quem não devia. Mas que ia dar tanta risada, falar tanta besteira. Perder amigos incríveis. Mas fazer outros tão fantásticos, tão fodas quanto os outros. Que um dia pintaria as unhas de cor de rosa, usaria salto alto, brinco de argola e mesmo assim usar alargador, sonhar em ter uma tatuagem e não abrir mão de um jeans velho por nada?
Ter um gato, ouvir rap, falar de sexo, ir em um show do Simple Plan, ter mais de 10 bolsas, dançar funk com as amigas, sentar na primeira carteira, se apaixonar por fotografia e cinema antigo?
Mas os livros da Meg Cabot ainda estão do lado do compuador. O MP3 não daí dali do bolso. O pôster da Pitty, Green Day e Simple Plan resistiram todos os anos. Eu ainda amo designe gráfico, quero voltar a morar em São Paulo. Faço drama e choro por qualquer coisa. Ainda rio de coisas que os outros não acham a menor graça, e sempre quando não pode. Vou mal em matemática, amo escrever e odeio português. Sonho em conhecer NY. Rodo a caneta na aula e balanço o pé quando fico nervosa. Amo qualquer coisa com catupiry e a batata da minha avó ainda é a melhor de todo mundo. Continuo odiando frutas, legumes e leite. Uso cinto de rebite. Não gosto do escuro e tenho pavor de altura. Roxo ainda é minha cor preferida e minhas expectativas ainda vão muito mais além do que eu posso.
Valeu ae versão minha de 3 anos atrás. Não se preocupa, no fim das contas eu ainda continuo a ser a de sempre.

Heeeey folks! PerfectPoison! It’z fucking back bitches.
Depois de tanto tempo afastada nessas férias resolvi fazer um layout novo pro blog :D e ai ta o resultado. Ainda tem muuita coisa pra ser reformada e consertada. Duvido que eu tenha muito tempo pra elas, mas enfim.
Bom. Não foi só o layout do blog que mudou. Eu mudei. Demais, demais MESMO. Fiquei tanto tempo sem postar por falta de tempo. E a coisa tava indo tão ruim, MAS TÃO RUIM pra mim que nem tinha animo pra aparecer por aqui. Quase repeti de ano, perdi minha avó e uma das minhas “amigas” me traiu feio. No fim, foda-se a traidora, passei de ano, e minha avó, bom, a gente nunca supera de verdade essas coisas. Mas agora eu sei que ela ta bem, em um lugar melhor. Com aquela saudade gostosa que eu sei que ela ia gostar de ver sentindo.
Cheeeega de fossa :D Ano novo, vida nova, layout novo, uma eu nova, praticamente HAHA.
Hoje foi meu primeiro dia de aula. Foda hein? Bom. Ao contrario da maioria dos adolescentes eu acho férias um porre, e fico sem ver a hora delas acabarem. E as minhas acabaram. E nesse clima de ch-ch-ch-chaangees também rolaram mudanças na minha escola. Esse ano além das matérias de sempre a gente vai ter uma nota especial pra redação, uma especial pra laboratório de física/química, aula teórica de educação física (uhuu, nada de sair suada da aula o/) e aula teórica de artes (a gente vai ver cinema e fotografia *-* vai der uma help absurda pra eu ver se essas carreiras são opções pra cursar na faculdade ou não, já que eu AMO as duas).
Pra ajudar, já que muito aluno saiu da escola e repetiu (inclusive minha vacamiga, kiss my ass bitch!) eles juntaram as três salas em duas D: E depois de passar simplesmente 8 anos, 5 nessa escola, sendo da turma B esse ano eu cai na A. Eu até conhecia uma parte do pessoal, até porque eles não são da minha sala mas praticamente viveram do lado da mesma a 5 anos, mas cair lá é meio que um choque. Primeiro porque colocar A ao invés de B nas provas é cabulosão HAHA. E porque eu já estava acostumada com a minha turma, participava da aula e tal. Já que nessa sala eu não conheço todo mundo e os meninos são, er, bem zoadores eu tenho um cagaço absuuuurdo de falar besteira e ser zuada. Obrigada timidez por essa dádiva. Enfim. Apesar disso o pessoal é bem legal :D Boa parte da antiga B esta nela também, faz disso tudo mais fácil. Pode não ser exatamente o que eu queria, mas que vai ser uma experiência diferente vai. To em clima de mudanças mesmo. Então, don’t matter. É relaxar e curtir. Até porque ele caiu na minha sala de novo, hihi. Vai ter que me aturar por mais dois anos fofo, vai sim. Porque tem coisa que nunca muda, risos.
Quinze pras cinco. Celular toca a música do Metro Station. Pantufas no mesmo lugar que foram deixadas na noite anterior. Com a gata nos calcanhares espera a água da torneira esquentar antes de molhar as mãos. Uniforme, material. Pé direito do tênis sempre calçado primeiro. Mãe buzina do lado de fora alertando o atraso.
Cinco minutos para o inicio da prova. Organizar a sala, enfileirar as carteiras. O chiclete já está em seu lugar desde o inicio da aula. A unha já no talo, o arrependimento de ter ficado a tarde anterior inteira na internet entalado na garganta. A caneta em mãos, fazendo o já costumeiro movimento. O pé balança por causa do nervosismo, até o colega da frente se irritar com a cadeira balançando.
No almoço os alimentos não se tocam. Próximos do computador os cds são colocados em ordem alfabética. Os livros em ordem de preferência. Na tv sempre um videoclipe ou um filme do telecine cult. No banho o cabelo é lavado com xampu duas vezes. A mania de higiene não permite ficar nem mesmo um dia sem lavar o cabelo. O ipod no ouvido, a lixa nas mãos tentando consertar o estrago da manhã. 15 minutos, Furo MTV. Assistir um episódio de True Blood enquanto o da noite seguinte é baixado. Ração da gata, água da gata, areia da gata. Ajeitar o edredom de zebra, dobrado no meio dependendo da temperatura. Pantufas do lado da cama.
(como sempre, texto para o blorkutando :)
Ok. Fiquei um tempo sem postar. Pra falar a verdade tava super sem vontade e sem assunto. Então eu prefiro deixar o blog ás moscas. Mas agora eu já tenho assunto.
Ontem fui eu, a Tika e uma amiga dela, Vick lá na porta da educadora esperar os meninos da Cine. 5 horas em baixo de sol, em pé, sem mal ter um copo d’água.
Resultado:

:D
Não consegui falar com todos os meninos, mas pelo menos não me acotovelei com ninguém e consegui bater mó papo com o Dave e o Dash ♥ e eles são uma graça :)
Agora dia 22 rola private *-* E dia 6 vou viajar pros Stades. Comprar, comprar, comprar.

Sou pura nostalgia. Passei a infância em constante mudança. Desde pequena eu tenho a mania de sempre que me acontece algo marcante eu pego um objeto e o uso como uma forma de nunca me esquecer desse dia. Coloco todos eles em uma caixinha de madeira que ganhei de uma grande amiga em um aniversario.
Eu poderia escrever textos e textos relembrando cada um deles, mas hoje eu vou contar uma das lembranças mais especiais guardadas ali dentro. Os feijões.
Ano passado me formei no ensino fundamental. É um ritual em minha escola os formandos passarem uma semana em um acampamento chamado Republica Lago. A partir do momento que você entra na escola ir para o Rep. Lago se torna um sonho. Você conta os anos, os meses, os dias para estar lá. Todo mundo que volta fala que foram os dias mais inesquecíveis de toda a vida.
E foram mesmo. Lembro de cada detalhe. Cada gincana, os chalés. Até com quem eu sentei em cada dia de almoço eu me lembro.
Mas teve um momento que com certeza marcou a vida de cada um que tava ali.
As três salas eram totalmente desunidas, cheias de historias mal contadas, rancor e mágoas.
Então teve a fogueira da amizade. Cada um ali recebeu um feijão. Todo mundo sentou em volta da fogueira e parou pra escutar a história do trem da vida. Quando o monitor terminou de contar já tava todo mundo aos prantos. Então, teve a missão. Cada um deveria ir até a frente e entregar o feijão pra algum colega ali. Não aquele amigo que ta com você a anos, mas aquela pessoa que você perdeu contato, que você brigou a tempos atrás e nunca mais falou com ela. Eu vi relações impossíveis sendo reconstruídas. Pedidos de desculpas sinceros, declarações de amor. Foi lindo. Ganhei um feijão de uma amiga de infância que eu acabei perdendo contato devido as diferenças. O meu foi pra Bruninha. Alguns anos antes nós brigamos por uns motivos banais, daí em diante viramos meio que arquiinimigas. Depois da fogueira voltamos a ser super amigas, dura até hoje. Depois nós podíamos pegar quantos feijões nós quiséssemos e distribuir entre os outros amigos. Gente que me magoou muito veio me pedir desculpa. Pedi desculpa pra muita gente também. Recebi os feijões das pessoas mais incríveis que eu já conheci até hoje, meus meninos. Do meu irmão por opção. Da minha gay. Chorava de soluçar só de pensar que dentro de alguns meses parte deles ia mudar de escola e nós perderíamos o contato.
Também ganhei o feijão daquele cara. O meu garçom na brincadeira do almoço. Meu amigo. Meu porto seguro. “Sério mesmo, você não tem idéia de como eu te considero”. O primeiro abraço, o mais gostoso. O que me marca até hoje.
Lembranças.
O começo do resto de nossas vidas.

Diia mundial do roooock \m/ bom, técnicamente não mais porque já passou da meia noite do dia 13 -q mas, vamos relevar. Dia de Nirvana, Stones, Beatles, Led Zeppelin, Black Sabbath, The Doors, Sex Pistols. Do rock sem preconceito de genero. Punk, metal, grunge, psicodélico. E claro, até do rock colorido, powerpop, que querendo ou não é uma variação do rock :D
O rock teve origem do blues gringo, na década de 40 e 50. Com o passar dos anos foi criando diversas derivações. Desde então cada década é marcada por uma dessas variações, e claro, por uma banda do estilo. Apesar dos altos e baixos o rock é basicamente o único estilo que se mantém firme e forte a quase um século. Então, não é pra qualquer um.
Outra curiosidade é que o dia mundial do rock não é muito comemorado lá fora. Se for pensar aqui no Brasil também não é grande coisa, mas é fato que os canais de televisão e rádios dirigidas ao publico roqueiro comemoram com uma programação especial. Nem isso os gringos tem.
E pra comemorar a diiiiiva do rock brasuca, Pricilla Novaes Leone (leia-se Pitty) divulgou hoje no Acesso MTV a sua nova música e single do cd Chiaroscuro, Me Adora. Foda, foda, foda :)

Ok, pra começar MIILHÕES de desculpas pelo quase um mês de ausência :~ Mas, foi por um bom motivo :D Como vocês podem ver o PerfectPoison! ta de layout novo. AAE! Bom, a idéia do layout foi juntar meus dois lados, o oldalápinup e o modernetretropowerpop. E ninguém melhor que Cine e Audrey Hepburn pra representar os dois estilos. Sem contar que é um layout beeem colorido. É o meu preferido até agora, confeço. Tem algumas mudanças na bagaça. A principal é que eu voltei a usar o Haloscan nos comentários. As outras vocês vão descobrindo aos poucos.
Bom, já que eu to de férias os assuntos pessoais não interferem tanto, então, boora pros posts decentes :)
Domingo passado rolou Clip Festival. Fui com as meninas e foi fodão. Show da diva Pitty, NX, Fresno, Charlie Brown, Lipstick, Tulio Dek e Natiruts. Foi foooda. Eu consegui levar a câmera profissa, as fotos ficaram bem legais. Eu ainda to editando as fotos, mas assim que todas ficarem prontas elas vão pro meu flickr.

Bom. Outra mudança aqui no blog vão ser os posts menores e mais frequentes. Então, me aguardem ;)
Eu odeio me arrepender. Na realidade, todo mundo odeia, fatão.
Eu me arrependo de bastante coisa, mas as vezes é mais forte. A maior parte do tempo eu relevo. Deixa passar e acabou.
Mas hoje não.
Não.
Ah meu. Depois de tanto tempo correndo atrás aparece um cara que chama minha atenção tanto quanto ele. E eu deixo passar.
As vezes nem é o que eu imaginava, na realidade eu nem lembro direito dele.
Mas serviria pra distrair. Isso sim.
Também seria mais um toque pro Tomto (sim, com M. entenda se puder). Porque, pra chegar, encarar, ficar rodeando ele é firmeza.
"Você disse que não sabe se não
Mas também não tem certeza que sim
Quer saber?
Quando é assim
Deixa vir do coração
Você sabe que eu só penso em você
Você diz só que vive pensando em mim
Pode ser
Se é assim
Você tem que largar a mão do não
Soltar essa louca, arder de paixão
Não há como doer pra decidir
Só dizer sim ou não
Mas você adora um se..."
Djavan é cafoninho. Mas eu adoro uma bipolaridade. Adoro.
Preciso parar com esses malditos posts pessoais.
Essa história toda é engraçada. A gente não gosta de ser machucado. Corre atrás, luta. Sofre, chora, da chilique. Acha um absurdo alguém brincar dessa forma com o que a gente sente. Mas o bizarro é que, várias vezes sem querer os papéis são invertidos. Você é quem pisa, ignora os sentimentos do próximo. É só pensar que enquanto você tem o coração partido por alguém ao mesmo tempo você está partindo o coração de outra pessoa. É meio um ciclo, em que as vezes alguém acerta na loteria e da a sorte de ser correspondido.
Até então sem problemas. Normal. Mas o duro é quando é alguém próximo. Falo por experiência e como observadora de casos próximos. A pessoa as vezes é sua amiga, e meio que sem querer você solta aquelas perto dela. Depois vem o peso na consciência. "Putz, falei do fulano perto dele". Ai você se coloca no lugar. Doi por tabela.
O pior é quando você pensa "Porra, meu caso não tem solução". Mas, colega, se o seu não tem solução imagina o DELE. Um caso sem solução dependendo de outro.
Ai vem outro caso. Será que a pessoa que te faz sofrer também não sofre por outra? Alguém que você nunca viu, que você não pode nem imaginar o que tem a mais que você, pra ter algo tão forte ignorado dessa forma.
No final das contas é mais uma complicação. A boa e velha novela mexicana do dia-a-dia. Não desligue sua tv. Semana que vem tem mais.